Síndrome do Pânico - Uma abordagem transacional-Reichiana.

A Síndrome do Pânico é uma condição que faz com que o paciente tenha ataques de pânico intensos e muitas vezes frequentes. São crises súbitas, com ou sem fatores desencadeantes e, muitas vezes, incapacitantes. Depois de várias crises de pânico a pessoa pode desenvolver fobias, como a agorafobia.

Os principais sintomas são: palpitações ou taquicardia, tremores, sufoco, desconforto torácico ou dor torácica, asfixia ou dispneia, sudorese, tontura, sensação de fraqueza, náuseas ou desconforto abdominal, engasgos, sensações de despersonalização ou falta de contato com a realidade, rubores e ondas de calor ou calafrios, medo de perder a consciência, medo de perder o controle e agir descontroladamente, medo de enlouquecer, sensação de morte iminente.

O aumento da frequência cardíaca e respiratória, a fim de melhorar a oxigenação muscular; e o aumento da frequência respiratória (hiperventilação) são os principais motivos do surgimento dos sintomas físicos.

Outro sintoma bastante freqüente são as parestesias (formigamentos) que começam da periferia para o centro do corpo. O indivíduo se queixa de formigamento que acomete as pontas dos dedos e se estende para o braço (em luva, nas mãos; em bota, nos pés), adormecimento da região que compreende o nariz e ao redor da boca.

Como terapeuta com formação Reichiana em Vegetoterapia, além de Análise Transacional, tenho uma leitura e uma visão psicofísica, comuns às pessoas que desenvolvem Síndrome do Pânico, como a desorganização do anel visual, a contração crônica do diafragma e o pouco contato com a parte inferior do corpo.

O desenvolvimento do olhar está relacionado às primeiras experiências da Criança (C1) no ambiente que a cerca, em suas buscas de satisfação, contato e orientação o que determina uma fase visual do desenvolvimento emocional.

Com poucos recursos internos para se proteger das agressões e das frustrações e como forma de proteção possível nesta época a Criança (C1) responde com a contração do anel visual, levando a uma dissociação entre as vivências corporais e psíquicas, entre sensação e percepção. O anel visual tem a função de integração destes níveis de vivência. Além desta função, está relacionado também à organização da consciência, orientação espaço-temporal, atenção, auto percepção, contato e expressão emocional e discriminação de limites; todas estas funções sofrem algum tipo de alteração quando há encouraçamento do anel visual. Em linguagem transacional, as primeiras e incipientes decisões de A1 e o início de formação de P1.

A contração energética do anel visual traz conseqüências importantes, presentes em diversos problemas emocionais como as psicoses e o pânico.

Há um fluxo intenso de energia (emoção) em direção à cabeça, desorganizando a auto percepção da pessoa (A2). Na crise, o movimento da energia é ascendente; sobe, sai das pernas causando tremor, medo de cair e insegurança e vai em direção à cabeça. O diafragma se contrai, por medo, determinando falta de ar, dificuldade de expirar e, náuseas, acentuando o movimento ascendente. O coração dispara, há estreitamento da garganta com sufocamento e inundação da cabeça com confusão, rubor na face, despersonalização, desorganização da percepção - contração profunda do anel visual (refluxo da catexia de A2 para C2).

Existem três pilares do trabalho corporal no tratamento da Síndrome do Pânico: o desenvolvimento do contato com a base (pés, pernas, quadril), a soltura do diafragma e a mobilização ou desbloqueio do anel visual. E podemos relacioná-los ao planejamento teórico-metodológico da Análise Transacional.

A passagem do estado de contração crônica do cerne do anel visual para o de pulsação é dinamizado pela utilização de técnicas específicas de ativação deste anel. Utiliza-se de uma luz que o cliente deve primeiramente olhar fixamente e a seguir acompanhar com os olhos, que se afasta e se aproxima da ponta de seu nariz, ativando simultaneamente a convergência binocular, a visão macular, a concentração da atenção e o centramento de sua energia, contato com a realidade (A2). Neste processo pode ocorrer também a liberação de emoções e memórias trazidas pela mobilização do olhar. Esse é um dos caminhos para restaurar a pulsação desse anel e suas funções, onde estaremos catalisando a integração entre o psiquismo e o somático. É um trabalho que busca registros psíquicos precoces de maternagem relacionados a vivências simbióticas, trabalho realizado em nível de C1.

A liberação do diafragma é alcançada através de exercícios de respiração abdominal, ampliação da capacidade expiratória.

O contato com a base é desenvolvido em exercícios de contato com as pernas, pés e quadril que permitam maior mobilidade energética e sensibilidade.

Um dos objetivos do tratamento é ajudar a pessoa a retomar sua identificação com o corpo, reintegrando as suas sensações e emoções. Estamos trabalhando neste momento com a retomada da auto percepção, integrando as vivências corporais e psíquicas, descontaminando A2, mobilizando o anel visual.

O paciente com Pânico, inundado por emoções em C2 precisa de recursos em A2 para lidar com esta situação e poder trabalhar os conteúdos contidos em C2 e P2.

Acrescentamos ao trabalho acima descrito, um aporte intenso em nível de P2 do paciente através da Parentalização e de C2 através do acolhimento, aceitação e permissão do P2 do terapeuta.

Por último, em minha experiência, utilizo inicialmente e por curto período a administração de antidepressivo e ansiolítico.

A Síndrome do Pânico é uma condição que faz com que o paciente tenha ataques de pânico intensos e muitas vezes frequentes. São crises súbitas, com ou sem fatores desencadeantes e, muitas vezes, incapacitantes. Depois de várias crises de pânico a pessoa pode desenvolver fobias, como a agorafobia.

Os principais sintomas são: palpitações ou taquicardia, tremores, sufoco, desconforto torácico ou dor torácica, asfixia ou dispneia, sudorese, tontura, sensação de fraqueza, náuseas ou desconforto abdominal, engasgos, sensações de despersonalização ou falta de contato com a realidade, rubores e ondas de calor ou calafrios, medo de perder a consciência, medo de perder o controle e agir descontroladamente, medo de enlouquecer, sensação de morte iminente.

O aumento da frequência cardíaca e respiratória, a fim de melhorar a oxigenação muscular; e o aumento da frequência respiratória (hiperventilação) são os principais motivos do surgimento dos sintomas físicos.

Outro sintoma bastante freqüente são as parestesias (formigamentos) que começam da periferia para o centro do corpo. O indivíduo se queixa de formigamento que acomete as pontas dos dedos e se estende para o braço (em luva, nas mãos; em bota, nos pés), adormecimento da região que compreende o nariz e ao redor da boca.

Como terapeuta com formação Reichiana em Vegetoterapia, além de Análise Transacional, tenho uma leitura e uma visão psicofísica, comuns às pessoas que desenvolvem Síndrome do Pânico, como a desorganização do anel visual, a contração crônica do diafragma e o pouco contato com a parte inferior do corpo.

O desenvolvimento do olhar está relacionado às primeiras experiências da Criança (C1) no ambiente que a cerca, em suas buscas de satisfação, contato e orientação o que determina uma fase visual do desenvolvimento emocional.

Com poucos recursos internos para se proteger das agressões e das frustrações e como forma de proteção possível nesta época a Criança (C1) responde com a contração do anel visual, levando a uma dissociação entre as vivências corporais e psíquicas, entre sensação e percepção. O anel visual tem a função de integração destes níveis de vivência. Além desta função, está relacionado também à organização da consciência, orientação espaço-temporal, atenção, auto percepção, contato e expressão emocional e discriminação de limites; todas estas funções sofrem algum tipo de alteração quando há encouraçamento do anel visual. Em linguagem transacional, as primeiras e incipientes decisões de A1 e o início de formação de P1.

A contração energética do anel visual traz conseqüências importantes, presentes em diversos problemas emocionais como as psicoses e o pânico.

Há um fluxo intenso de energia (emoção) em direção à cabeça, desorganizando a auto percepção da pessoa (A2). Na crise, o movimento da energia é ascendente; sobe, sai das pernas causando tremor, medo de cair e insegurança e vai em direção à cabeça. O diafragma se contrai, por medo, determinando falta de ar, dificuldade de expirar e, náuseas, acentuando o movimento ascendente. O coração dispara, há estreitamento da garganta com sufocamento e inundação da cabeça com confusão, rubor na face, despersonalização, desorganização da percepção - contração profunda do anel visual (refluxo da catexia de A2 para C2).

Existem três pilares do trabalho corporal no tratamento da Síndrome do Pânico: o desenvolvimento do contato com a base (pés, pernas, quadril), a soltura do diafragma e a mobilização ou desbloqueio do anel visual. E podemos relacioná-los ao planejamento teórico-metodológico da Análise Transacional.

A passagem do estado de contração crônica do cerne do anel visual para o de pulsação é dinamizado pela utilização de técnicas específicas de ativação deste anel. Utiliza-se de uma luz que o cliente deve primeiramente olhar fixamente e a seguir acompanhar com os olhos, que se afasta e se aproxima da ponta de seu nariz, ativando simultaneamente a convergência binocular, a visão macular, a concentração da atenção e o centramento de sua energia, contato com a realidade (A2). Neste processo pode ocorrer também a liberação de emoções e memórias trazidas pela mobilização do olhar. Esse é um dos caminhos para restaurar a pulsação desse anel e suas funções, onde estaremos catalisando a integração entre o psiquismo e o somático. É um trabalho que busca registros psíquicos precoces de maternagem relacionados a vivências simbióticas, trabalho realizado em nível de C1.

A liberação do diafragma é alcançada através de exercícios de respiração abdominal, ampliação da capacidade expiratória.

O contato com a base é desenvolvido em exercícios de contato com as pernas, pés e quadril que permitam maior mobilidade energética e sensibilidade.

Um dos objetivos do tratamento é ajudar a pessoa a retomar sua identificação com o corpo, reintegrando as suas sensações e emoções. Estamos trabalhando neste momento com a retomada da auto percepção, integrando as vivências corporais e psíquicas, descontaminando A2, mobilizando o anel visual.

O paciente com Pânico, inundado por emoções em C2 precisa de recursos em A2 para lidar com esta situação e poder trabalhar os conteúdos contidos em C2 e P2.

Acrescentamos ao trabalho acima descrito, um aporte intenso em nível de P2 do paciente através da Parentalização e de C2 através do acolhimento, aceitação e permissão do P2 do terapeuta.

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